Toda semana, eu escrevo — com tempo, com afeto, com vontade.

Escrevo para médicos que, como você, vivem o desafio de equilibrar técnica e humanidade. Dinheiro e liberdade. Sacerdócio e felicidade.

Escrevo sobre o que vejo, o que sinto, o que penso. E sobre o que pode — ou precisa — ser dito, “sem amarras, nem filtro”.

Em cada carta você vai encontrar reflexões sobre rotina, comunicação, decisões difíceis, bastidores.

E até sobre aquelas alegrias silenciosas que passam despercebidas no seu consultório. E nas nossas vidas.

É leve. É próximo. E, talvez, seja o respiro que você nem sabia que estava procurando.

Um abraço,
Maya.

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